Música: play, spiel, jouer, brincar, tocar
Universos por abrir e para abrir
DOI:
https://doi.org/10.25659/rpem.v1i151.54Palavras-chave:
percursos formativos não tradicionais, experiência estética, educação musical, jazz e música contemporâneaResumo
O objecto desta comunicação aborda a problemática dos possíveis modos de abrir o universo da música para as crianças, os jovens, adolescentes ou os quase já adultos, usando a minha própria experiência vivida, que seguiu um caminho completamente diverso do ensino tradicional — nos seus primeiros momentos, e depois também nos já tardios períodos de aprendizagem musical.
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